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Conheça a história de Ingrid Silva – a bailarina brasileira que está brilhando nos palcos de NY

A história de Ingrid Santos da Silva começa como a de muitas meninas, que desde pequenininha queria ser bailarina. Mas neste post você vai saber como Ingrid foi dançar em uma das maiores companhias de ballet dos EUA. Ela nasceu em Benfica, no Rio de Janeiro, e talvez não pudesse imaginar que estaria numa das grandes cidades do mundo.

A paixão da Ingrid pelo ballet começou bem cedo. Quando pequena, ela ficava admirando as bailarinas na televisão e ficava imitando. A mãe, que não entendia nada de ballet, percebeu esse amor da filha pela dança e logo a colocou para fazer aulas. Desde que a Ingrid era pequena, a mãe já dizia que a filha seria bailarina.

Ingrid e o irmão Bruno foram colocados pela mãe em vários esportes com a finalidade de não ficarem em casa à toa e se ocuparem com muitas atividades. Os dois faziam natação e outros esportes como futebol e basquete na Vila Olímpica. Até que implantaram o projeto Dançando para não dançar na Vila Olímpica, criado por Thereza Aguiar, também bailarina, em 1995 e que hoje ensina ballet para crianças e adolescentes de 16 comunidades do Rio.

Aos 8 anos, a Ingrid foi fazer o teste para entrar no ballet do Dançando para não dançar e passou. Desde essa época, Thereza viu o talento de Ingrid. Depois de dançar nesse projeto social, Ingrid ainda dançou na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (EDMO), dançou na Déborah Colker, depois de conseguir uma bolsa e aos 17 anos chegou a fazer estágio no Grupo Corpo. Nem ela imaginava, mas a bailarina foi ainda mais longe.

Aos 18, Ingrid fez um vídeo para uma audição em NY e foi chamada. Ela ganhou uma bolsa para dançar na Companhia do Harlem em NY nos EUA. Depois entrou para dançar profissionalmente neste grupo que dança até hoje e se tornou primeira bailarina, o cargo mais alto que se pode ter numa companhia de ballet.

Já se apresentou em mais de 10 países e hoje tem como professora no Harlem, Bethânia Gomes, outra bailarina brasileira e negra como Ingrid, que também foi bailarina da mesma companhia.

Em 1969, Arthur Mitchell criou a companhia que receberia mais bailarinos negros até hoje. E para ele, a bailarina negra, assim como as outras, deveria ter a meia calça da cor da sua pele, assim como a sapatilha, dando a ideia da linha contínua da perna.

Ingrid acredita que o palco é um lugar sagrado e que as pessoas que lá estão, estão conectadas com ela de alguma forma. E hoje virou uma grande bailarina que, além de tocar o coração de muita gente com a sua dança, também sinônimo de representatividade para muitas bailarinas que ainda estão por vir por aí!

Além de bailarina, Ingrid foi embaixadora cultural nos USA, ministrando workshops na Jamaica, Honduras e Israel. Marcou presença nas revistas Glamour, Vogue e foi capa da revista Pointe. Participou do Brasil Foundation Gala em 2014, no Lincoln Center e foi destaque no filme Maré, Nossa História de Amor. Atualmente é embaixadora global da marca Activia.

Gostou dessa história? A Ingrid vai estar aqui no Rio na Petite Danse e vai dar um Workshop dia 22 de outubro as 18:30h em uma aula de 2 horas intensas. A idade mínima para participar é de 12 anos e adultos também podem fazer a aula! Para se inscrever, basta clicar aqui! Mas corre que as vagas são limitadas e só restam mais as últimas!



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