Também quero ir pro Prix de Lausanne! O que faço?

Participa de um festival do tamanho e importância do Prix de Lausanne é o sonho de muitos bailarinos do mundo inteiro. Todo ano centenas de meninos e meninas se inscrevem e tentam uma vaga no evento, que é mais do que uma competição, é uma semana intensa se aprendizado e troca com diversos profissionais incríveis e a oportunidade de conquistar bolsas de estudo em renomadas escolas de dança, além de poderem ser observados por diretores de grandes companhias.

Idade: o primeiro pré requisito é estar na faixa etária exigida – de 15 a 18 anos (neste ano eram aceitos nascidos entre 6 de fevereiro de 2003 a 5 de fevereiro de 2007).

Taxa: pagar uma taxa de participação (a deste ano era de 175 francos suíços), que não é reembolsável.

Saúde: preencher um formulário médico disponibilizado pelo festival para ser avaliado pela equipe responsável pela seleção e pode ser um critério de desclassificação.

Seleção online: deve ser enviado um vídeo de uma aula seguindo os critérios exigidos pela organização do festival e a apresentação de uma sequência de ballet clássico e de dança contemporânea.

Selecionados: Os alunos selecionados nesta etapa têm a oportunidade de participar do Prix de Lausanne, arcando com todos os custos de hospedagem, transporte e etc. Apenas alguns bailarinos são selecionados com direito à beca, como foi o caso da nossa aluna Luciana Sagioro neste ano de 2022, que ficou colocada em segundo lugar da América Latina na seleção online e, por isso, teve suas despesas da viagem reembolsadas e ainda recebeu uma ajuda de custo para a alimentação.

A Petite Danse já levou 6 bailarinos para o festival:

  • Mayara Magri, em 2011, que conquistou sua vaga na seletiva do Prix, ganhando melhor bailarina em Joinville (hoje essa possibilidade não existe mais; o Festival de Joinville não oferece mais essa premiação), ganhando bolsa para o Royal Ballet, em Londres. Atualmente ocupa o cargo mais importante da Companhia do Royal Ballet, como primeira bailarina;
  • Leticia Dias, em 2013, na categoria junior, que recebeu a 4a bolsa de estudos e optou ir para o Royal. Ela foi a única menina a ganhar bolsa de estudo naquele ano. Hoje, Leticia é solista do Royal Ballet;
  • Juliana Paiva, também em 2013, na categoria senior, que não chegou à final. Atualmente ela não é mais bailarina;
  • Jonatas Soares, em 2017, recebendo 3 bolsas de estudos, optando pelo program de Treinee do Dutch National Ballet da Holanda. Lá ele ficou por um ano, voltou para o Brasil e foi para Cuba, para ingressar no La Costa Danza;
  • Denilson Almeida, também em 2017, ficando entre os 20 finalistas, ganhando o prêmio do público e recebeu 7 bolsas de estudos, optando também pela bolsa do Royal. Atualmente também é parte do corpo de baile do Royal Ballet, de Londres;
  • Luciana Sagioro, em 2022, que conquistou o segundo lugar geral da América Latina nas seletivas online e foi a única bailarina a representar uma escola de dança brasileira na competição.
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