Sapateado: saiba mais sobre a modalidade que veio de três grandes culturas

Os norte-americanos uniram a dança praticada pelos irlandeses, ingleses e o ritmo da África para criar o famoso Tap Dance

O Dia Internacional do Sapateado é comemorado no dia 25 de maio, data de nascimento do Bill Robinson, conhecido como Bojangles, um grande ícone do sapateado que trouxe leveza, clareza e presença cênica através desta modalidade. E para comemorar, trouxemos dicas da nossa professora Helena Sant’Anna, mas antes, saiba como o sapateado que conhecemos surgiu.

As primeiras manifestações do sapateado ocorreram em meados do século V, mas a dança se desenvolveu a partir da Primeira Revolução Industrial, na Irlanda, quando os operários usavam seus tamancos para exibirem sua arte nas ruas.

Em meados do século 19, nos Estados Unidos, surgiu o sapateado americano, também conhecido como Tap Dance, que uniu os estilos praticados pelos irlandeses, ingleses e o ritmo dançado pelos africanos. Este estilo se tornou famoso através dos musicais e, após ser revitalizado no início dos anos 70, impulsionou uma nova geração, o que fez com que fosse praticado até hoje.

O sapateado é um estilo de dança na qual os dançarinos produzem sons ritmados com os sapatos.

Segundo nossa professora, Helena Sant’Anna, fazer aulas de sapateado traz benefícios para nossa coordenação motora, nos dando mais agilidade, memória e força nos membros inferiores. Além disso, ela conta que com o sapateado a pessoa pode redescobrir os sons da vida, ouvir música de uma forma diferente e ver arte de uma outra perspectiva. “Ela pode até mesmo descobrir uma nova forma de movimentar o corpo e entender como não precisa se encaixar em determinado biotipo pra realizar um sonho”, diz Helena.

Para ela, o sapateado foi a reviravolta de sua vida: “Eu me formei num curso profissionalizante, passei por quase todas as danças acadêmicas, mas foi no sapateado que me encontrei. Vi a delícia que é a mistura de dança e música e fui me encantando com a diversidade que o sapateado abrange, como abraça muitas artes e pessoas”. O sapateador pode criar o seu próprio ritmo através da dança, graças aos “sapatos musicais” que foram criados para a modalidade.

Apenas em 1800 que os sapatos foram especialmente adaptados para esta dança. No início, o calçado era flexível, feito de couro e moedas eram fixadas nos saltos e ponteiras para criar o som. Por volta de 1910, o sapato ganhou plaquinhas de metal, chamadas de taps, afixadas por parafusos em solas de couro, transformando no formato que conhecemos hoje.

A dica da Helena para quem quer começar a sapatear é: Comece! “Os movimentos do sapateado são todos os que as nossas articulações nos permitem fazer normalmente, nós apenas não exploramos eles com mais foco no nosso dia a dia”, explica a professora.

Assim como Helena, nós da Petite Danse acreditamos que nunca é tarde para começar no mundo da dança e, assim como todas as outras modalidades, no sapateado não importa idade, gênero, altura, peso, ou seja, todo mundo pode fazer! Aproveite e clique aqui para ver nossa grade de horários completa. Não se esqueça de agendar uma aula experimental gratuita em uma de nossas unidades falando com nosso time de atendimento pelo whatsapp!

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