Escola de Dança Petite Danse https://petitedanse.com.br Danças: Ballet, Jazz, Sapateado, Dança de Salão, Street Dance, Pilates, Dança do Ventre, Técnicas Teatrais, Dança Flamenca, Alongamento, Dança Contemporânea Wed, 01 Jul 2020 22:13:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.4.2 https://petitedanse.com.br/wp-content/uploads/2020/06/cropped-favicon-petite-32x32.png Escola de Dança Petite Danse https://petitedanse.com.br 32 32 ESTAMOS NOS PREPARANDO PARA RECEBER VOCÊS DE VOLTA! https://petitedanse.com.br/estamos-nos-preparando-para-receber-voces-de-volta/#utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=estamos-nos-preparando-para-receber-voces-de-volta https://petitedanse.com.br/estamos-nos-preparando-para-receber-voces-de-volta/#respond Wed, 01 Jul 2020 22:13:26 +0000 https://petitedanse.com.br/?p=16359 E esse dia está cada vez mais próximo! De acordo com as orientações e cronograma de reabertura da Prefeitura do Rio de Janeiro, estamos preparando nossa escola para receber nossos alunos de forma presencial com todo cuidado e cautela possíveis, de forma gradual. A Direção...

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E esse dia está cada vez mais próximo! De acordo com as orientações e cronograma de reabertura da Prefeitura do Rio de Janeiro, estamos preparando nossa escola para receber nossos alunos de forma presencial com todo cuidado e cautela possíveis, de forma gradual.

A Direção da nossa escola já está em planejamento e já adquiriu equipamentos e acessórios de prevenção como face shields para a recepção, tapetes sanitizantes, termômetros para aferir a temperatura de todos os que entrarem nas nossas dependências, suportes de álcool gel para as salas, suporte de álcool gel com pedal para entradas e adesivos para delimitar o distanciamento durante as atividades.

Em breve enviaremos um documento completo com as orientações para o retorno, protocolo de segurança e higiene, informações detalhadas sobre cada etapa e data de reabertura das nossas unidades. Nossa prioridade é o bem estar e saúde de toda a família Petite Danse e nosso cronograma pode ser alterado em qualquer momento mediante novas orientações do Órgãos competentes.

Em paralelo, nossas aulas online permanecem funcionando normalmente e estamos viabilizando uma forma de manter nossa grade completa sendo oferecida de forma presencial e à distância simultaneamente. Para atendermos cada um da melhor forma, nossos professores farão um levantamento com as turmas para analisar a situação dos alunos e a disponibilidade para o retorno.

Agradecemos todos que seguem dançando com a gente e esperamos continuar juntos fisicamente ou virtualmente, com a mesma energia e amor!

Lembramos que temos um canal especial para sugestões, dúvidas ou reclamações referentes a esse período. É só enviar e-mail para sac@petitedanse.com.br.

Conte com a gente e #FiqueBem

Equipe Petite Danse

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Como ter um diferencial na dança? https://petitedanse.com.br/como-ter-um-diferencial-na-danca/#utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-ter-um-diferencial-na-danca https://petitedanse.com.br/como-ter-um-diferencial-na-danca/#respond Fri, 12 Jun 2020 20:06:27 +0000 https://petitedanse.com.br/?p=16320 O mercado de dança é sempre muito concorrido, independente da modalidade. Para quem deseja seguir carreira profissional, é muito importante trabalhar constantemente para aprimorar sua técnica, mas sem nunca deixar de ter responsabilidade e comprometimento para alcançar todos os seus objetivos. Nosso coordenador pedagógico, Guilherme...

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O mercado de dança é sempre muito concorrido, independente da modalidade. Para quem deseja seguir carreira profissional, é muito importante trabalhar constantemente para aprimorar sua técnica, mas sem nunca deixar de ter responsabilidade e comprometimento para alcançar todos os seus objetivos.

Nosso coordenador pedagógico, Guilherme Darzi, compartilhou com a gente algumas dicas preciosas que podem fazer você mudar completamente sua trajetória na dança.

Confira e comece a colocar em prática já!

  1. Chegue cedo. Não no horário, ANTES. Esteja preparado para a aula e aquecido antes do professor começar. Acredite, seu corpo irá trabalhar diferente.
  2. Esteja 100% focado na aula. A aula é o que você terá de mais importante se souber como trabalhar. Comer bem e ter horas de sono adequadas contribuem para aumentar a capacidade de atenção durante o dia.
  3. Aplique as correções rapidamente. Ninguém gosta de repetir a mesma correção várias vezes. Então, se você não entender, pergunte. NUNCA pergunte sem pensar!
  4. Pense à frente enquanto dança. Aprenda movimentos e direções diferentes, não conheça apenas um estilo de dança. Quanto mais versátil você for, maior será sua condição de se adaptar a diferentes trabalhos coreográficos.
  5. Condicione seu corpo. Os bailarinos são atletas de alto rendimento, então se comporte como tal. Força, potência, equilíbrio e agilidade são muitas das valências que todo bailarino deve trabalhar além das aulas de dança.
  6. Valorize suas facilidades, trabalhe suas dificuldades, mas ENTENDA suas limitações. Isso será extremamente importante para saber modificar etapas caso necessários, evitando lesões no futuro.
  7. Confie e respeite seu professor. Avalie bem sua escola de dança e o professor que está te acompanhando. Capacidade técnica, valores e princípios são fundamentais para uma boa escolha.
  8. Disciplina positiva. Deixe tudo de negativo fora da sala de aula!

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Continuamos juntos – virtualmente – em junho! https://petitedanse.com.br/continuamos-juntos-virtualmente-em-junho/#utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=continuamos-juntos-virtualmente-em-junho https://petitedanse.com.br/continuamos-juntos-virtualmente-em-junho/#respond Fri, 29 May 2020 17:51:41 +0000 https://petitedanse.com.br/?p=16306 Mais um mês da Petite Danse em casa concluído. Em maio, ficamos muito felizes em receber novos alunos não só do Rio de Janeiro, mas de outras cidades, estados e até países. O formato online possibilitou esse rompimento de barreiras, fazendo com que a gente...

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Mais um mês da Petite Danse em casa concluído. Em maio, ficamos muito felizes em receber novos alunos não só do Rio de Janeiro, mas de outras cidades, estados e até países. O formato online possibilitou esse rompimento de barreiras, fazendo com que a gente consiga espalhar mais dança, arte e alegria por qualquer canto do mundo.

Enquanto não temos alterações nas orientações do Governo e dos Órgãos competentes em relação a reabertura das escolas de dança, manteremos nossas aulas no formato virtual em junho. As atividades continuam em funcionamento pela plataforma Zoom e seguindo a grade de horários já estabelecida, com a continuidade da redução de 25% sobre as mensalidades.

Nossas equipes administrativas continuarão acompanhando as notícias e novas orientações a fim de reavaliar os processos e estratégias sempre que necessário. Em paralelo, já estamos em fase de planejamento para o retorno às atividades presenciais, priorizando sempre a saúde e bem estar dos nossos alunos e funcionários.

Caso não haja nenhuma alteração antes, divulgaremos novo informativo no final do mês de junho sobre o planejamento das atividades para julho.

Agradecemos MUITO a todos que seguem dançando com a gente.

Em breve poderemos nos abraçar novamente <3

Lembramos que temos um canal especial para sugestões, dúvidas ou reclamações referentes a esse período. É só enviar e-mail para sac@petitedanse.com.br.

Conte com a gente e #FiqueBem

Equipe Petite Danse

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A Petite Danse em casa continua em maio! https://petitedanse.com.br/a-petite-danse-em-casa-continua-em-maio/#utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-petite-danse-em-casa-continua-em-maio https://petitedanse.com.br/a-petite-danse-em-casa-continua-em-maio/#respond Thu, 30 Apr 2020 12:09:45 +0000 https://petitedanse.com.br/?p=15774 Chegamos ao fim do nosso primeiro mês de aulas online com o coração cheio de amor e gratidão. Depois de tanto pensarmos em formas de manter nossos pais e alunos ativos e entregar nossas aulas da melhor forma possível, foi lindo ter você dançando com...

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Chegamos ao fim do nosso primeiro mês de aulas online com o coração cheio de amor e gratidão. Depois de tanto pensarmos em formas de manter nossos pais e alunos ativos e entregar nossas aulas da melhor forma possível, foi lindo ter você dançando com a gente e mantendo nossa escola viva. MUITO obrigada por todo apoio!

Mas ainda queremos fazer mais! Continuamos reunindo todas as nossas equipes para pensar em melhorias e adaptar da melhor forma nossa metodologia de ensino e a qualidade que prezamos tanto para otimizar a Petite Danse em casa.

Como ainda não temos nenhuma alteração nas orientações do Governo e dos Órgãos competentes em relação a reabertura de escolas de dança, para o mês de maio manteremos nossas aulas no mesmo formato de funcionamento de abril. Assim, as atividades continuam em funcionamento pela plataforma Zoom e seguindo a grade de horários já estabelecida, com a continuidade da redução de 25% sobre as mensalidades.

Nossas equipes administrativas continuarão em trabalho diário com o acompanhamento das notícias e novas orientações a fim de reavaliar os processos e estratégias sempre que necessário. Caso não haja nenhuma alteração antes, divulgaremos novo informativo no final do mês de maio sobre o planejamento das atividades para junho.

Vamos seguir juntos, dançando e cuidando do nosso bem-estar!

Em breve poderemos nos abraçar novamente <3

Lembramos que temos um canal especial para sugestões, dúvidas ou reclamações referentes a esse período. É só enviar e-mail para sac@petitedanse.com.br.

Conte com a gente e #FiqueBem

Equipe Petite Danse

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Como podemos manter nossa escola viva, nossos alunos em movimento e toda a rede que se apoia na Petite Danse funcionando? https://petitedanse.com.br/como-podemos-manter-nossa-escola-viva-nossos-alunos-em-movimento-e-toda-a-rede-que-se-apoia-na-petite-danse-funcionando/#utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-podemos-manter-nossa-escola-viva-nossos-alunos-em-movimento-e-toda-a-rede-que-se-apoia-na-petite-danse-funcionando https://petitedanse.com.br/como-podemos-manter-nossa-escola-viva-nossos-alunos-em-movimento-e-toda-a-rede-que-se-apoia-na-petite-danse-funcionando/#respond Thu, 26 Mar 2020 22:05:00 +0000 https://petitedanse.com.br/?p=14714 Essa foi a pergunta que mais nos fizemos nos últimos dias. Desde as orientações do Governo e dos Órgãos competentes, que fizeram nossas unidades fecharem as portas, nossas equipes administrativas e docentes vêm se reunindo constantemente para achar soluções adequadas. Estratégias que não contemplem apenas...

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Essa foi a pergunta que mais nos fizemos nos últimos dias. Desde as orientações do Governo e dos Órgãos competentes, que fizeram nossas unidades fecharem as portas, nossas equipes administrativas e docentes vêm se reunindo constantemente para achar soluções adequadas. Estratégias que não contemplem apenas a saúde do negócio, mas que mantenham os compromissos que temos com nossos alunos e o cuidado e respeito que devemos à nossa equipe de funcionários e seus familiares.

Então, chegamos às seguintes soluções:

1 – Nossas férias de julho estão suspensas e as aulas continuarão funcionando normalmente seguindo a grade regular;

2 – Estenderemos nosso calendário de atividades além do estipulado no mês de dezembro;

3 – A partir do dia 1o de abril de 2020, daremos início à “Petite Danse em casa”, um projeto elaborado para que todos os alunos com matrículas ativas possam dar seguimento às suas aulas. Depois de uma profunda pesquisa e testes diversos, contratamos a melhor plataforma disponível para hospedar nossas aulas online, mantendo as atividades nos horários e dias já estabelecidos nas aulas presenciais. Tudo isso com a orientação em tempo real dos professores a todos os alunos presentes na sala e com a qualidade e cuidado que já são padrão da nossa escola. Em breve, enviaremos manual de utilização e orientações de uso específicas para esse formato;

4 – Conteúdos exclusivos, aulas e workshops ao vivo com profissionais renomados da dança como bônus para os alunos que continuarem ativos participando das aulas online.

5 – Em razão da redução de custos operacionais da escola, no mês de abril aplicaremos uma redução de 25% sobre as mensalidades. Nos casos de planos com desconto familiar ou de multi-modalidades, a redução sera aplicada sobre o valor já calculado com o desconto.

6 – As equipes administrativas continuarão em trabalho diário com o acompanhamento das notícias e novas orientações a fim de reavaliar os processos e estratégias sempre que necessário;

7 – No final do mês de abril, divulgaremos novo comunicado para esclarecer quais serão as soluções estabelecidas para o mês de maio e esse padrão se repetirá a cada mês até que nossas atividades voltem ao funcionamento normal.

Estamos nos reiventando para manter nossa escola ativa e funcionando a pleno vapor diante das novas circunstâncias. E, claro, estaremos sempre abertos a críticas e sugestões para fazermos esse período o mais leve possível e logo logo estarmos de volta às nossas rotinas.

Criamos um canal especial para facilitar nossa comunicação neste período. Caso tenha alguma sugestão ou reclamação, pedimos que envie e-mail para sac@petitedanse.com.br.

Conte com a gente e #FiqueBem

Equipe Petite Danse

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Características dos Ballets Românticos https://petitedanse.com.br/caracteristicas-dos-ballets-romanticos/#utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=caracteristicas-dos-ballets-romanticos https://petitedanse.com.br/caracteristicas-dos-ballets-romanticos/#respond Thu, 26 Mar 2020 14:45:20 +0000 https://petitedanse.com.br/?p=14471 O romantismo foi um movimento artístico que perdurou na Europa, estando presente, não só em artes – como na música e na literatura -, mas também no ballet. Se foi um momento que a sociedade europeia estava vivenciando, o ballet não poderia deixa-lo de fora...

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O romantismo foi um movimento artístico que perdurou na Europa, estando presente, não só em artes – como na música e na literatura -, mas também no ballet. Se foi um momento que a sociedade europeia estava vivenciando, o ballet não poderia deixa-lo de fora dos seus espetáculos.

 

Então, o ballet vai basicamente se apropriar das mesmas características românticas das outras artes e fazer montagens incríveis que vão apaixonar a plateia, de forma que até hoje serão reproduzidas incansavelmente. E é sobre essas características nos ballets que vamos tratar aqui.

 

1)    O figurino marcante da época: saia de tule + sapatilha de ponta

A saia de tule, feita por Eugene Lami, junto com a ascensão da sapatilha de ponta, vão dar a sensação da bailarina pareça flutuar no palco enquanto dança. Antes os figurinos eram mais pesados, com tecidos grossos e que só mostravam um dos pés da mulher, impedindo que ela fizesse tanta variedade de passos. Agora, com o romantismo, a saia é encurtada até os tornozelos e, embora tenha várias camadas, o tecido é mais leve, possibilitando, além dessa ideia de leveza, também a mulher fazer passos que eram só da seara dos homens: os pequenos saltos. Vai ser esse tutu que vai ficar conhecido como tutu romântico. A respeito das pontas, Carlos Blassis vai ser o primeiro a citar o seu uso no ballet e o primeiro ballet a usá-las vai ser La Sylphide, justamente com base nos ensinamentos de Blassis.

 

2)    A supervalorização da mulher

A mulher será sinônimo de delicadeza, leveza, graciosidade, um ser perfeito. Para isso, além do figurino e da ponta, a própria dança da mulher vai ter também essa função. Se antes o homem era quem era o centro das atenções nos espetáculos, agora é a vez da mulher brilhar. O homem vai ser agora, “um mero cavalheiro acompanhante”. A mulher é que é o verdadeiro destaque! Antes, os homens interpretavam os papeis femininos, travestidos e usando máscaras; no período romântico, o inverso ocorre: o ballet Coppélia vai ser um marco da decadência masculina no ballet, pois uma mulher (Eugenie Fiocre) é que vai interpretar o papel principal masculino do Franz.

 

3)    Valorização dos papeis principais e solistas

Aqui, além de ser a mulher que brilha em detrimento do homem, brilha também quem tem os papeis principais e solistas, de forma que o corpo de baile é mero pano de fundo do ballet. Quem vai dançar verdadeiramente e ter o grande destaque do ballet vai ser quem de fato quem tem os papeis principais e solos. Os corpos de baile não terão uma grande movimentação enquanto os solistas e primeiros bailarinos estiverem no palco. Um exemplo disso, será o segundo ato de Giselle. Enquanto o casal de primeiro bailarinos está fazendo o Adagio, o corpo de baile permanece em duas filas em cada lateral do palco imóveis como estátuas. Não deixa de ser um grande desafio para quem encara o corpo de baile, mas o destaque será do casal. Isso só será mudado com Petipá, que começa a fazer um corpo de baile que verdadeiramente tem presença em cena e, por isso, o seu mais famoso será o Reino das Sombras de La Bayadere.

 

4)    A supervalorização do amor romântico

O amor no período romântico está acima da razão, e ele é intenso e muitas vezes utópico ou inalcançável, como em Giselle, em que essa personagem perdoa Albretch, mesmo após ele ter mentido para ela, e, Giselle morre tragicamente e Albretch também, logo em seguida. Os dois não ficam juntos (ao menos, não em vida), mas o amor está sempre vivo.

 

5)    Presença de figuras etéreas

A mulher como ser perfeito e o amor inalcançável como ideal vão ser realçados com a presença de figuras etéreas nos ballets da época. Muitas vezes o homem vai se apaixonar por seres de outro mundo, como em La Sylphide, e esse amor não se concretizará. A presença dessas figuras vai também corroborar com uma característica muito marcante desse movimento: a contraposição entre o mundo real e o mundo espiritual, entre os seres humanos e os seres sobrenaturais, fictícios. Assim, vamos ter nos ballets românticos seres encantados como dríades, willis e fadas, bem como a presença do “ato branco” ou “ballet blanc”, em que vemos todas as bailarinas vestidas de branco num mundo que parece fugir do real (representando as figuras etéreas).

 

6)    Presença de tecnologia e de efeitos especiais

Antes do romantismo, não havia grandes inovações tecnológicas. A iluminação a gás acabava de surgir era ela que iluminava os palcos. Isso com certeza também serviu para criar o ambiente etéreo dos ballets românticos. Além disso, no ballet La Sylphide, se pôde ver a bailarina principal sendo levantada por fios para confirmar a ideia de que a bailarina estava realmente voando pelo palco.

 

 

7)    Valorização da natureza

Característica bastante marcante nas outras artes do período, também o será no ballet. Podemos ver, então, que muitas vezes a história do ballet será contada em campos e florestas, como Giselle, e ela será fundamental para contar essa história. Afinal, não faria tanto sentido um ballet com seres que têm asas se não se passasse numa floresta, como La Sylphide!

 

8)    Uso de divertissements

 

No período anterior, Noverre criou sua própria definição de espetáculo. Dentro dessa definição, todos os personagens teriam que ter relação com a história e todos os atos deveriam conter uma ação dramática. Isso começa a mudar com o romantismo. Agora, neste novo período histórico, vão ter sim algumas cenas dentro do espetáculo que servirão para mostrar para o público as habilidades específicas dos bailarinos, e também terão a função de divertir a plateia. Coppélia, que foi considerado o último ballet romântico, vai ser recheado de divertissements, como o próprio grand pas de deux do casal principal.

 

9)    Braços arredondados e de estilo próprio

Carlos Blassis vai escrever “O tratado elementar da dança” em que, dentre outras técnicas do ballet, vai ressaltar o uso dos braços nesta dança, sendo arredondados, e com muito epaulement, o movimento de ombros, originando novas orientações de corpo, como o croisé, e dando novas possibilidades às coreografias. Os braços da era romântica vão usar todos esses ensinamentos de Blassis para criar os personagens etéreos, com braços e o posicionamento do corpo levemente inclinado para a frente. Os braços bem arredondados vão ser uma característica bem marcante em La Sylphide.

 

10) Saltos femininos

É no período anterior que Marie-Anne Cupis de La Camargo curta as saias para que mulheres possam fazer entrechats, cabrioles e pas de basques. O período romântico mantém o cumprimento das saias, mas usa o novo material, o tule. Este vai dar mais leveza e propiciar os saltos femininos. Os saltos, que eram passos apenas masculinos, agora vão ser feitos também por mulheres. Em Giselle, uma das partes mais marcantes é quando a primeira bailarina faz uma sequencia de seguidos entrechats quatre. Esses saltos batidos vão ser mais uma marca da leveza da mulher nos ballets românticos.

 

O período romântico no ballet vai durar mais ou menos entre os anos 1830, tendo como marco inicial o ballet La Sylphide, e 1870, tendo o marco final em Coppélia. São outros exemplos de ballets do período: Grand Pas de Quatre, La Peri e O Corsário. Esses ballets realmente apaixonaram o público da época e continuam apaixonando até os dias atuais com características bem marcantes.

 

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A despedida dos palcos de Thiago Soares https://petitedanse.com.br/despedida-dos-palcos-de-thiago-soares/#utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=despedida-dos-palcos-de-thiago-soares https://petitedanse.com.br/despedida-dos-palcos-de-thiago-soares/#respond Fri, 20 Mar 2020 14:30:12 +0000 https://petitedanse.com.br/?p=14460 Thiago Soares, bailarino brasileiro, que hegou a ser primeiro bailarino do Royal Ballet, uma das companhias mais famosas e mais desejadas do mundo, se despediu dos palcos para se tornar professor e coreógrafo.   Thiago nasceu em 18 de maio de 1981 no Rio de...

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Thiago Soares, bailarino brasileiro, que hegou a ser primeiro bailarino do Royal Ballet, uma das companhias mais famosas e mais desejadas do mundo, se despediu dos palcos para se tornar professor e coreógrafo.

 

Thiago nasceu em 18 de maio de 1981 no Rio de Janeiro. Mas apesar de ter se destacado como bailarino clássico, não foi com o ballet que ele começou a vida artística. Aos nove anos, começou a frequentar a Escola de Circo, onde encontrou na acrobacia e atuação as primeiras experiências de sua arte. Vivendo um momento de proeminência, ainda no circo, Thiago foi encorajado a buscar uma escola de dança para aperfeiçoar seus movimentos no breakdance e no hip-hop.

 

O ballet mesmo, ele só começaria aos 15 anos, quando iniciou as suas aulas no Centro de Dança Rio, no Méier. O jovem bailarino, que começou a se destacar por suas habilidades e por ter um ideal para a dança, passou a integrar, aos 17 anos, o corpo de baile do  Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

 

Nesse mesmo ano, conquistou a Medalha de Prata no Concurso Internacional de Dança de Paris. Em sua trajetória no Rio de Janeiro, interpretou os papéis principais em ‘O Quebra-Nozes’, ‘Don Quixote’, ‘Floresta Amazônica’, ‘O Lago dos Cisnes’ e em ‘Tome Valsa’, criado por Tindaro Silvano especialmente para ele e a bailarina Cecília Kerche.

 

Em 2001, participou do Concurso Internacional do Ballet Bolshoi, na Rússia, e conquistou a medalha de ouro, disputada entre mais de 270 candidatos. A vitória foi um marco na história da dança nacional, já que foi a primeira e única conquistada por um brasileiro até hoje. Após isso, foi convidado para estagiar no Ballet Kirov, tornando-se o segundo estrangeiro a integrar a companhia em 100 anos de história.

No ano seguinte, foi convidado a integrar o corpo de baile do Royal Ballet de Londres. Em 2002, foi promovido a solista; em 2004, passou a ser primeiro solista e foi premiado como a artista revelação masculino de dança clássica, pela premiação Critics’ Circle National Dance Awards. E então, em 2006, conquistou o posto de Primeiro Bailarino do Royal Ballet.

 

No Royal, o seu repertório inclui ballets como: Onegin, A Bela Adormecida, La Bayadère, O Lago dos Cisnes, O Quebra-Nozes, Coppélia, Voluntários, Gong, Romeu e Julieta, Anastasia, Manon, Sonhos de Inverno, Mayerling e Las Hermanas, e também montagens criadas especialmente para ele: Les Saisons, The Seven Deadly Sins, Sweet Violets and Raven Girl.

 

Fora do Royal Ballet, Thiago Soares se apresenta ainda como convidado nos principais teatros do mundo. Já se apresentou no Teatro Alla Scalla di Milano, Teatro Argentino de La Plata  Bolshoi, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Estonian National Opera, Teatro dell’Opera di Roma e o Munich National Theatre.

 

Em 2008, promoveu a realização de um espetáculo especial, Thiago Soares & Friends, que levou aos palcos brasileiros estrelas da dança internacional como Alicia Amatriain, David Makhateli, Jason Reilly, Laura Morera, Marianela Núñez, Natalia Kremen e Ricardo Cervera sendo visto em várias capitais do país.

 

Em 2012, Thiago se apresentou na Cerimônia de Encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres, representando a cultura brasileira. E, em 2013, recebeu o prêmio Special International Press da Embaixada do Brasil em Londres em reconhecimento à sua contribuição para as artes.

 

Nos últimos anos, tem se dedicado também à criação e direção de alguns projetos pessoais. Para comemorar seus 15 anos de carreira internacional, teve uma temporada no Brasil com o espetáculo “Paixão”, em que reuniu repertórios clássicos e novos coreógrafos, como “O lago dos cisnes”, “La bala”, do português Arthur Pitta, e “Caresse du temps”, que marcou a estreia de Alessio Carbone, primeiro-bailarino do Ballet da Ópera de Paris, como coreógrafo. O espetáculo ainda contou com a coreografia “Paixão”,  idealizada por Deborah Colker, e que deu nome ao conjunto da obra.

 

Em 2016, mais um marco em sua carreira: o espetáculo Roots. Com direção de Ugo Alexandre e Renato Cruz, Thiago dividiu o palco do Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro, com Danilo D´Alma, bailarino e coreógrafo reconhecido no cenário das danças de rua do Rio. O espetáculo, produzido por Miguel Colker, foi uma volta ao passado de Thiago e promoveu um diálogo entre a dança clássica e a dança de rua contemporânea.

Mas, apesar dessa riquíssima trajetória no ballet, há um ano, o bailarino começou a traçar um plano cujo momento mais emocionante ocorreu dia 29 de fevereiro de 2020, quando ele se despediu do Royal Ballet.

 

Será o final de um ciclo e o início de um novo. Afinal, foi lá que Soares ingressou em 2002, depois que suas atuações internacionais impressionaram os membros do Royal. Apresentações tão especiais que apenas quatro anos mais tarde, em 2006, ele assumiu o cobiçado posto de primeiro-bailarino da companhia inglesa.

 

“Minha carreira se assemelha à de um rapaz que entra em uma empresa como porteiro e logo chega a CEO”, diz o brasileiro, cuja despedida é assunto dos principais jornais britânicos – o Financial Times, por exemplo, dedicou-lhe uma generosa matéria, na qual destaca as interpretações inteligentes que Soares conferiu a papéis complexos, além de resumir a acertada decisão de parar: “A vida de um bailarino é cruelmente curta e, ainda no auge, com seus 38 anos, ele faz sua última reverência no Covent Garden para iniciar uma nova vida como intérprete, coreógrafo e professor”, diz o jornal.

 

“Sim, decidi parar de dançar quando ainda estou em um ótimo momento da minha carreira, mas continuarei no palco, agora como um dançarino autônomo”, afirma. Nessa apresentação, Soares decidiu dançar Onegin, coreografia criada por John Cranko em 1965, com música de Tchaikovsky – não a conhecida partitura criada em 1878 para a ópera homônima, mas com obras menos conhecidas do compositor russo. “Escolhi Onegin porque é um trabalho com diversos duetos e que me permite apresentar variações do meu trabalho.”

 

De fato, a coreografia une técnica primorosa a um forte trabalho de interpretação, justamente as duas qualidades mais marcantes na dança executada por Soares. Com suas particularidades latinas depuradas pela técnica, o brasileiro levou novos elementos ao consagrado corpo de baile britânico. Foi um casamento perfeito.

 

“Ao longo dos anos, percebi que no Royal existia um jeito próprio de dançar, muito próximo da atuação teatral. O personagem fala através do corpo, com forte carga dramática – certamente há algo da tradição de Shakespeare. E, graças à minha experiência com street dance, consegui me adaptar com facilidade.”

 

Após a apresentação do último dia 29, Soares vai focar em sua carreira solo. E a agenda já está recheada de compromissos: no próximo dia 8 de maio, ele inicia em Lisboa a turnê de Roots, em que resgata o início da sua vida artística no Rio, dançando break e hip-hop nas ruas e festas da Zona Norte. O espetáculo vai, em seguida, para Berlim.

 

No meio do ano, Thiago Soares começa a dar aulas na escola de verão do Royal Ballet e ainda não descarta uma montagem de Yerma, de Villa-Lobos, para o Municipal do Rio, cidade onde não abandona seus alunos – hoje são 12. Também prepara um livro sobre sua trajetória. “Faz um ano que trabalho nesse projeto, é quase terapêutico relembrar histórias tão boas.”

 

Thiago com certeza trilhou um caminho de muito sucesso na dança e é inspiração para muitos bailarinos. Esperamos os próximos acontecimentos do agora professor e coreógrafo Thiago, que vai continuar brilhando, mas agora fora dos palcos.

 

Fontes:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Thiago_Soares

 

https://www.uai.com.br/app/noticia/artes-e-livros/2020/02/29/noticias-artes-e-livros,256352/depois-de-chegar-ao-topo-no-royal-ballet-thiago-soares-se-despede-da.shtml

 

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Conheça mais sobre o aniversariante do dia – Rudolf Nureyev https://petitedanse.com.br/nureyev/#utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nureyev https://petitedanse.com.br/nureyev/#respond Tue, 17 Mar 2020 14:09:38 +0000 https://petitedanse.com.br/?p=14441 Nascido a bordo de um trem na ferrovia Transiberiana, em 17 de março de 1938, ficou claro desde o início que Nureyev estava destinado a ir a lugares e, para a frustração das autoridades soviéticas, sua direção era para o Ocidente. Desde o começo humilde,...

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Nascido a bordo de um trem na ferrovia Transiberiana, em 17 de março de 1938, ficou claro desde o início que Nureyev estava destinado a ir a lugares e, para a frustração das autoridades soviéticas, sua direção era para o Ocidente. Desde o começo humilde, ele cresceu e se tornou uma estrela do balé russo, antes de fazer seu “salto de liberdade” e se tornar um dos dançarinos mais famosos do mundo. Ele também foi um dos partners mais célebres do ballet, dançando com Margot Fonteyn até que ela se aposentasse 18 anos depois.

 

Nureyev era o caçula de quatro filhos e sua família era muito pobre. Quando ele foi pra escola, sua mãe, Farida, começou a trabalhar e, embora suas condições de vida fossem duras, ela conseguiu comprar uma única passagem para o ballet e levava crianças para ver Song of the Cranes. Assim, Nureyev foi cativado e seu destino decidido.

 

Quando criança, Nureyev mostrou talento durante as aulas de dança folclórica na escola e, seguindo uma recomendação, começou a ter aulas de ballet – apesar da desaprovação de seu pai. Aos 15 anos, Nureyev começou a treinar profissionalmente no estúdio de ballet recém-inaugurado, no teatro local, e começou a ganhar dinheiro como um extra, progredindo rapidamente para o corpo de baile. Nureyev fez o teste para a Academia de Ballet Bolshoi, bem como para a Academia Vaganova de Kirov, e, embora aceito por ambos, ele escolheu Vaganova.

Na Academia de Vaganova, Nureyev participou de uma aula ministrada pelo militarista Valentin Ivanovich Shelkov, mas os dois se enfrentaram violentamente. Quando Nureyev perguntou ao diretor artístico da escola, Nicolai Ivanovisky, se ele poderia se mudar para a turma de Alexander Pushkin, Shelkov tentou expulsá-lo. No entanto, Ivanovsky concedeu o desejo de Nureyev e ele logo se tornou o aluno estrela de Pushkin.

 

À medida que o treinamento se intensificava, o dançarino de fevent tornou-se cada vez mais temperamental e frequentemente apresentava explosões emocionais. Apenas Pushkin poderia acalmá-lo em tais momentos, e o relacionamento deles se aprofundou até o ponto que Pushkin se tornou uma verdadeira figura paterna para ele. Com a orientação de Pushkin, Nureyev tornou-se uma dançarina magnífica e, após se formar em 1958, ingressou no Kirov Ballet como solista. Após sua estréia em Laurentia (1958), ao lado de Natalia Dudinskaya, Nureyev se tornou uma sensação instantânea na União Soviética.

 

Enquanto dançava com o Kirov em Paris em 1961, Nureyev escapou de seus guarda-costas da KGB e desertou – o primeiro de muitos dançarinos a fazê-lo. Quase imediatamente ele começou a dançar para o Grand Ballet du Marquis de Cuevas.

No mesmo ano, Margot Fonteyn convidou Nureyev para dançar em uma gala anual de angariação de fundos. Nureyev sonhava em dançar com Fonteyn desde criança, mas quando ele se aproximou dela, ela recusou. Em vez disso, ele tocou Poème tragique, um solo feito especialmente para ele, por Frederick Ashton, que surpreendeu o público e o viu oferecer um lugar no The Royal Ballet como dançarino principal.

 

Em 1962, Nureyev, então com 23 anos, conseguiu seu desejo quando foi emparelhado com Fonteyn, 42, em Giselle. Isso marcou o início de sua célebre parceria e amizade ao longo da vida. Nureyev permaneceu no The Royal Ballet até 1970, onde conseguiu tanto um artista de classe mundial quanto um coreógrafo.

 

Nureyev tornou-se diretor do Paris Ópera Ballet em 1983 e começou a investir na Companhia com novos bailarinos, novas produções e estúdios aprimorados. Embora tenha adoecido no ano seguinte, ele continuou a trabalhar. Seu trabalho coreográfico final foi uma produção de La Bayadere (1992). Na estreia, ele surpreendeu o público ao aparecer na cortina. E assim foi a sua despedida, que foi super emotiva, apoiado por ambos os lados: público e Companhia.

 

Fonte: Ballet – The definitive illustrated story – Viviana Durante

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A rejeição da audição levou a solista do Miami City Ballet ao seu emprego dos sonhos https://petitedanse.com.br/a-rejeicao-da-audicao-levou-a-solista-do-miami-city-ballet-ao-seu-emprego-dos-sonhos/#utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-rejeicao-da-audicao-levou-a-solista-do-miami-city-ballet-ao-seu-emprego-dos-sonhos https://petitedanse.com.br/a-rejeicao-da-audicao-levou-a-solista-do-miami-city-ballet-ao-seu-emprego-dos-sonhos/#respond Fri, 13 Mar 2020 14:03:23 +0000 https://petitedanse.com.br/?p=14423 Bailarinos que desejam serem profissionais, precisam passar por audições e competições para que ingressem nas companhias que gostariam de trabalhar. Inclusive, já fizemos aqui um post com dicas para se preparar para audições, é só clicar aqui para ler. Mas, nem sempre a aprovação nessas...

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Bailarinos que desejam serem profissionais, precisam passar por audições e competições para que ingressem nas companhias que gostariam de trabalhar.

Inclusive, já fizemos aqui um post com dicas para se preparar para audições, é só clicar aqui para ler. Mas, nem sempre a aprovação nessas audições é imediata e nem sempre os planos saem como se imagina. Muitos bailarinos precisam tentar várias vezes até serem aprovados em alguma companhia e acabam indo trabalhar em alguma outra diferente da que eles mais sonhavam. E é disso que vamos falar neste post, provando que, algumas vezes, pode ser muito bom os nossos planos não acontecerem do jeitinho exato que estávamos pensando.

Samantha Hope conta como aconteceu sua história:

 

“Quando eu tinha 18 anos, eu era trainee na Boston Ballet School. Passei vários anos na escola, um ano no programa pré-profissional e seis verões com eles. No final do meu ano de trainee, tive a impressão de poder ingressar na companhia principal ou na segunda.

 

Naquela época, a mentalidade geral era: você faz parte de uma grande companhia ou da companhia em que treinou, e esse é o único caminho. Mas não foi assim que aconteceu.

 

Quando meu tempo no Boston Ballet estava terminando, fui a cerca de 20 audições. Eu estava em quartos com 150 meninas, todo mundo esperando a mesma coisa. A única coisa que consegui foi outro estágio, com o Cincinnati Ballet.

 

Foi um ano “me encontrando”. Além de ter aulas na escola, os estagiários trabalharam bastante com a companhia, em o Quebra-nozes, Giselle e Peter Pan – todos os grandes ballets que eles tinham. No final do ano, eles mantinham uma mulher e um homem, e nos disseram que precisávamos procurar emprego. Eu me vi fazendo exatamente a mesma coisa novamente: 20 ou 30 audições.

 

Meu pai me levava para cada uma. Fiz uma audição em Ohio e voei para Oklahoma, Geórgia, Alabama e Nova York. Até voltei para Massachusetts e fiz uma audição para o Boston Ballet.

 

Grande parte desse processo é mental. Você passa duas horas tentando descobrir o que vai vestir e depois entra e vê todas as outras garotas que fizeram a mesma coisa. Há pessoas fazendo alongamentos no corredor, tentando se exibir, e isso pode realmente mexer com você. Eu tive que descobrir uma maneira de bloquear isso, encontrar meu próprio processo e não deixar nada me distrair. Todas essas pessoas com quem eu treinei estavam conseguindo empregos, então eu estava triste por estar em uma audição em primeiro lugar.

 

Minha infância inteira foi: “Se você entrar em uma companhia menor, isso é um fracasso”. Mas algo aconteceu em uma audição e pensei: “talvez esteja tudo bem se eu não estiver em uma grande companhia. Talvez seja disso que eu precise”.

 

Fiquei um tempo trabalhando com o Alabama Ballet, em 2009, sem remuneração. Nunca tinha ouvido falar deles, mas acabou sendo uma das melhores escolhas que já fiz. Eu estava um pouco derrotada pela audição, e havia algo sobre estar no Alabama que quebrou uma barreira dentro de mim que eu ainda tinha. Eles acreditavam em mim, me respeitavam e reconheciam meu trabalho duro. Mesmo como aprendiz, eu estava fazendo todo o trabalho do corpo. Em 2010, me ofereceram um contrato com a companhia e eu fui. Ao longo do caminho, aprendi como ser um bom membro do corpo, como ficar na fila e estar sincronizada com todos. Eu dancei em ballets de Balanchine e fiz papéis icônicos como Odette / Odile e Julieta – que nunca imaginei que dançaria.

 

Meus diretores no Alabama investiram muito em mim e sempre diziam: “Quando você estiver pronta para ir, você saberá”. Minha confiança aumentou. No meu último ano lá, pensei: Ok, acho que estou pronta para algo maior. Eu só testei um lugar: Miami City Ballet. A companhia sempre esteve no meu radar, mas eu nunca me senti completamente pronta para experimentar passar por eles antes.

 

Enviei meu pacote de audição em novembro de 2013 e fui convidada para participar da aula da companhia em fevereiro. Algo clicou, e eu simplesmente adorei. Eu encontrei o ajuste certo para mim – algo que não havia sentido nas audições no passado. Duas semanas depois, recebi um e-mail oferecendo-me uma posição no corpo e, agora, sou solista lá.

Meu caminho para o Miami City Ballet foi traçado pela vontade de correr riscos e superar o fracasso ao longo do caminho. Eu conheci muitas pessoas que nunca tiveram que fazer o teste – elas estavam em uma escola e foram direto para a companhia. Mas eu aprendi com audições em salas cheias de bailarinos, tendo que ficar lá e ser julgada de uma maneira diferente. Por mais que eu lidasse com a rejeição, isso me ajudou a me tornar a melhor bailarina que eu poderia ser.”

 

 

Texto traduzido e adaptado de:

https://www.dancemagazine.com/samantha-hope-galler-audition-2645257499.html

 

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Saiba como o sapateado ajudou Kobe Bryant a se recuperar de uma lesão e ser um jogador melhor https://petitedanse.com.br/saiba-como-o-sapateado-ajudou-kobe-bryant-a-se-recuperar-de-uma-lesao-e-ser-um-jogador-melhor/#utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=saiba-como-o-sapateado-ajudou-kobe-bryant-a-se-recuperar-de-uma-lesao-e-ser-um-jogador-melhor https://petitedanse.com.br/saiba-como-o-sapateado-ajudou-kobe-bryant-a-se-recuperar-de-uma-lesao-e-ser-um-jogador-melhor/#respond Mon, 02 Mar 2020 19:01:30 +0000 https://petitedanse.com.br/?p=13820 Kobe Bryant, que morreu recentemente num trágico acidente de helicóptero junto com sua filha adolescente e outras sete pessoas, foi um dos maiores jogadores de basquete que o mundo já viu. Mas até os grandes atletas lidam com lesões e se esforçam para permanecer saudáveis....

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Kobe Bryant, que morreu recentemente num trágico acidente de helicóptero junto com sua filha adolescente e outras sete pessoas, foi um dos maiores jogadores de basquete que o mundo já viu.

Mas até os grandes atletas lidam com lesões e se esforçam para permanecer saudáveis.

A rotina de prevenção de lesões de Bryant era particularmente única – e envolvia aulas de sapateado para fortalecer os tornozelos. (Você já deve ter ouvido falar de jogadores de futebol que usam ballet, mas esse é novo pra gente!)

Durante as finais da NBA de 2000, Bryant sofreu a pior torção de tornolezo de sua carreira, segundo o que escreveu em seu livro “The Mamba Mentality: How I Play“.

Naquele verão, ele pesquisou maneiras de fortalecer os tornozelos e caiu no sapateado. “Eu trabalhei nisso durante todo o verão e me beneficiei pelo resto da minha carreira”, escreveu ele.

Embora Bryant tinha continuado sofrendo lesões no tornozelo, o sapateado o ajudou a aprender a manter os tornozelos soltos e ativos, o que ajudou a evitar lesões em outros lugares.

Em 2018, Bryant falou sobre sua experiência de sapateado em Jimmy Kimmel, dizendo que foi “mantido em segredo por razões óbvias” durante sua carreira na NBA. “Na minha primeira aula, entrei no estúdio e havia todas essas crianças de seis e sete anos”, disse Bryant a Kimmel. “Essas crianças estavam me olhando e pensando o que esse homem está fazendo aqui?”

Bryant também compartilhou que precisava comprar sapatos de sapato tamanho 14 feitos sob medida. Embora ele tenha parado de dançar depois daquele verão, ele diz que “por um ano eu poderia dizer aos meus pés para fazer isso e eles realmente fariam”.

As aulas de sapateado não eram a única incursão de Bryant no mundo da dança. A estrela de longa data do Lakers era conhecida por fazer amizade com grandes nomes de outros campos para compartilhar segredos do sucesso – e um deles era a lenda da dança Debbie Allen.

Texto traduzido e adaptado de:

https://www.dancemagazine.com/tap-dancing-kobe-bryant-2644941051.html?rebelltitem=1#rebelltitem1

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