Dança e esporte conectados

Paixão, alta performance e muito mais do que esses dois universos têm em comum

Além de ser um movimento artístico, a dança profissional também exige um físico dos bailarinos que se equipara a atletas de alta performance. Foco, desempenho, dedicação, prevenção de lesões, rotina intensa de treinos, trabalhos de força muscular e resistência… tudo isso faz parte do dia a dia de atletas e bailarinos profissionais. Por essas realidades parecidas, muitas vezes esses dois mundos se aproximam – e a gente ama quando isso acontece! Por isso, separamos aqui alguns momentos que reforçam esse vínculo:

A dança como modalidade dos Jogos Mundiais

Em 2007, se consolidou no Brasil uma nova modalidade competitiva: a Dança Esportiva. Uma categoria que é dançada por um casal e contém 10 ritmos internacionais de danças de salão divididos em 2 modalidades: Standard e Latin.

A Dança Esportiva é reconhecida pelo Comitê Olímpicos Internacional (COI) como um esporte que é integrado aos Jogos Mundiais. Esta categoria esportiva é administrada internacionalmente pela World Dancesport Federation (WDSF), porém, no Brasil, a Dança Esportiva é promovida e regulamentada pelo Conselho Nacional de Dança Desportiva e de Salão (CNDDS) que tem como orientação os códigos das regras desportivas e normas legais publicados pela WDSF. O CNDDS conta com mais de 120 membros filiados, dentre eles: atletas, árbitros, técnicos, escolas de dança e diversos praticantes da modalidade distribuídos em vários estados do país.

O Breaking nas Olimpíadas

O Breaking representa um estilo de dança que faz parte da cultura hip hop que ganhou força na década de 1970, em Nova York. E, após os Jogos Olímpicos de 2021, em Tóquio, o Comitê Olímpico Internacional (COI) confirmou a modalidade como esporte olímpico para a edição de 2024, que acontecerá em Paris

Quando um apoia o outro

Em janeiro de 2022, nossa aluna, Luciana Sagioro, participou da maior competição do mundo da dança, o Prix de Lausanne, onde conquistou o terceiro lugar e o prêmio de Favorita do Público da Web. Além disso, Luciana recebeu oito bolsas de estudo para grandes escolas de dança que são internacionalmente renomadas e, seguindo o seu sonho, a bailarina escolheu ingressar na Escola da Ópera de Paris.

O jogador do Vasco e ídolo do futebol francês Nenê, se encantou com a história de Luciana e então foi organizado um reencontro entre os dois, que já haviam interagido em outra oportunidade, anos atrás. O atleta, que conhece Paris como ninguém e é um grande apoiador da arte e da cultura, se dispôs a ser um padrinho e mentor da bailarina no que diz respeito a apoio, incentivo e atenção.

Como vascaína fanática, Luciana sempre acompanhou o clube e tem Nenê como seu jogador favorito, tornando assim, esse apadrinhamento e mentoria ainda mais especiais. 

“Acho extremamente importante apoiar a cultura e incentivar jovens como a Luciana. É uma menina muito nova, que é extremamente profissional e dedicada à dança. Espero que Paris seja tão importante para ela quanto foi para mim. Os europeus apoiam e consomem cultura e arte como um todo, ela vai dançar no berço do balé clássico, tenho certeza de que vai fazer muito sucesso e tem um futuro brilhante pela frente”

– Nenê em entrevista para O Globo 

Luciana valoriza o apoio do agora padrinho e completa: “É incrível receber esse apoio de um ídolo meu e do futebol internacional. O Nenê é uma figura importante e muito reconhecido por seu talento no mundo todo. É um atleta diferenciado, que incentiva a arte e a cultura. Acho isso muito importante para que possamos unir nossas paixões e conquistar cada vez mais espaços”.

 Quando há apoio mútuo entre esporte e arte, histórias lindas podem ser construídas e contadas. Seguimos torcendo sempre pelo entrosamento e união entre estes dois universos que têm tanto em comum. 

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